quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

TEXTOS ENVIADOS POR UMA SERVA DO SENHOR PARA AJUDAR À LEVAR O NOME DE JESUS CRISTO A TODAS AS NAÇÕES!

Por que me desamparaste?
 

Este grito de Cristo mostra o ponto mais alto dos seus sofrimentos pelo mundo perdido. Tal brado testemunha que Ele experimentou a separação de Deus Pai, ao tornar-se substituto do pecador. Ele ficou ferido pelas transgressões dos seres humanos (Is 53.5) e se deu em resgate de muitos (Is . 20.28). Jesus que não conheceu pecado, Deus o fez pecado pela humanidade inteira(2 Co 5.21). Ele morreu abandonado para que nunca fossemos abandonados. Portanto vamos refletir na valorização do nosso bem maior: A nossa salvação em Cristo Jesus!

EVANGELHO DO DIA ( MÊS DE JANEIRO )



30-01-2014 (Bíblia Ave Maria)

"Dizia-lhes ainda: "Traz-se porventura a candeia para ser colocada debaixo do alqueire ou debaixo da cama? Não é para ser posta no candeeiro? porque nada há oculto que não deva ser descoberto, nada secreto que não deva ser publicado. se alguém tem ouvidos para ouvir, que ouça."
Ele prosseguiu: "Atendei ao que ouvis; com a medida com que medirdes, vos medirão a vós, e ainda se vos acrescentará.Pois, ao que tem, se lhe dará; e ao que não tem, se lhe tirará até o que tem." Mc.4,21-25 (Palavra da Salvação; Glória a vós Senhor!) 


Preste atenção, meu irmão, preste bastante atenção, minha querida irmã, a Palavra de Deus, hoje, nos diz que com a mesma medida que nós medirmos os outros, nós também seremos medidos e mais: será acrescentado ainda algo a mais.
Porque nós gostamos de medir, comparar e julgar os outros com uma medida muito extensa. É próprio do nosso ser egoísta ser rigoroso ao cobrar, ser rigoroso ao exigir as coisas dos outros. Nós temos mais facilidade em observar os pecados, as falhas e os erros que as pessoas cometem; e em sermos intolerantes e incompreensivos quando as pessoas falham conosco. E o pior de tudo é o excesso de rigor que nós temos, muitas vezes, com as pessoas; ao passo que com nós mesmos a medida é leve, o fardo é leve. Nós sempre damos desculpas para os nossos erros, para as nossas falhas; mais do que dar desculpas, nós, muitas vezes, nem os reconhecemos. E quando erramos, algumas vezes, a nossa cegueira é tão grande que queremos colocar a culpa nos outros! 
Por isso hoje Jesus nos diz que tudo que está escondido um dia deverá se tornar manifesto, porque, por diversas vezes, escondemos as nossas sujeiras, pecados, corrupção e falhas debaixo do tapete, propositadamente ou não. Nós simplesmente ignoramos, muitas vezes, o que nós fazemos; pois a nossa cabeça tem um senso de justiça que, na verdade, não é nem justiça, é o nosso senso de ser ”justiceiros”. Nós queremos que os outros reparem o mal que cometeram contra nós; nós queremos ver as pessoas se arrastando, pedindo desculpas e perdão para nós. Contudo, nós pouco pedimos perdão ou desculpas aos outros, ou reparamos que erramos.
Nós, simplesmente, queremos que Deus nos perdoe sempre: ”Perdoe-me, Senhor! Perdoe-me, Senhor!”. No entanto, o nosso perdão ao próximo é medido, regrado, escondido debaixo de mágoas e ressentimentos. O que nós precisamos hoje é saber contrabalancear a nossa medida, nós precisamos aprender a ser menos rigorosos com os outros e mais com nós mesmos. Para isso precisamos nos conhecer melhor.
Quando nós nos conhecemos a fundo, quando nós temos um autoconhecimento daquilo que somos, das possibilidades e das falhas que nós podemos cometer, sabemos ser mais misericordiosos, bondosos, e compreender os limites e as fraquezas do outro.

Deus abençoe você!  ( Fonte: Homilia Diária - Comunidade Canção Nova )



28-01-2014 (Bíblia Ave Maria)

Chegaram sua mãe e seus irmãos e, estando do lado de fora, mandaram chamá-lo. Ora, a multidão estava sentada ao redor dele; e disseram-lhe: "Tua mãe e teus irmãos estão aí fora e te procuram." Ele respondeu-lhes: "Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?" E correndo o olhar sobre a multidão, que estava sentada ao redor dele, disse: "Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Aquele que faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe. Mc.3,31-35 (Palavra da Salvação; Glória a vós Senhor!)



Vejamos: Em Cristo Jesus, somos todos uma única família. Não existe separação! Pelo sangue de Jesus, fomos salvos e recebemos o selo de filiação. Quando Jesus olhando para todos, diz que: "Aquele que faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe". Ele estava dizendo que todos que estão ali, atentos, desejosos à fazer a vontade de Deus, eles também fazem parte de sua família. Jesus incluiu a todos em seu seio familiar. O Reino de Deus é para todos! Jesus veio para a salvação humana, compete a nós dizer SIM, como fez a Virgem Maria ou negá-Lo e ser excluído dessa família Divina.

SALMOS

Salmo 1 ( Bíblia Ave Maria )    OS DOIS CAMINHOS 

Feliz o homem que não procede conforme o conselho dos ímpios, não trilha o caminho dos pecadores, nem se assenta entre os escarnecedores.
Feliz aquele que se compraz no serviço do Senhor e medita sua lei dia e noite.
Ele é como a árvore plantada na margem das águas correntes: dá fruto na época própria, sua folhagem não murchará jamais.
Tudo o que empreende, prospera.
Os ímpios não são assim!
Mas são como a palha que o vento leva.
Por isso não suportarão o juízo, nem permanecerão os pecadores na assembleia dos justos.
Porque o Senhor vela pelo caminho dos justos, ao passo que o dos ímpios leva à perdição.

Reflexão:

O Salmista nos mostra os dois caminhos: o que nos leva ao caminho do Senhor e o que nos afasta do caminho do Senhor. Ele aponta a verdadeira felicidade! Aquele que segue as trilhas redentoras apontadas pelo salmista e opta por seguir em frente nessa caminhada é o mesmo que despertar e enxergar que seguindo por esse caminho a raiz do meu coração vai a cada passo dado se enraizando e se fortalecendo na margem da água cristalina que jorra do Coração de Jesus, encontrando assim as virtudes necessárias para ser verdadeiro cristão. A verdadeira felicidade só se encontra em Cristo Jesus, mas é preciso que se tenha disposição, despojamento, acolhimento, desejo e querer. Como diz o salmista: "Feliz aquele que se compraz no serviço do Senhor e medita sua lei dia e noite"
Este salmo é muito rico para o aprendizado cristão; devemos ler com unção para enxergar a beleza e os ensinamentos nele contidos.





Salmo 4  ( Bíblia Ave Maria )     ORAÇÃO DA NOITE

Quando vos invoco, respondei-me, ó Deus de minha justiça, vós que na hora da angústia me reconfortastes. Tende piedade de mim e ouvi minha oração.
Ó poderosos, até quando tereis o coração endurecido, no amor das vaidades e na busca da mentira?
O Senhor escolheu como eleito uma pessoa admirável; o Senhor me ouviu quando o invoquei.
Tremei, mas sem pecar; refleti em vossos corações, quando estiverdes em vossos leitos e calai.
Oferecei vossos sacrifícios com sinceridade e esperai no Senhor.
Dizem muitos: "Quem nos fará ver a felicidade?"
Fazei brilhar sobre nós, Senhor a luz da vossa face.
Pusestes em meu coração mais alegria do que quando abundam o trigo e o vinho.
Apenas me deito, logo adormeço em paz, porque a segurança de meu repouso vem de vós só, Senhor.



Reflexão:

Vamos refletir um pouco o Salmo; Percebemos que o salmista tem plena confiança no Senhor. Ele suplica pela justiça e afirma que na hora da angústia foi por Deus confortado. Suplicante, continua pedindo que o Senhor tenha piedade dele e que suas orações sejam ouvidas, sinal de humildade também encontramos nas palavras do salmista. Faz uma advertência aos que teem o coração endurecido, os egoístas, os que só pensam em seu bel-prazer, sem se importar com o próximo, àqueles que ainda não se deixaram seduzir pelo encanto da verdadeira felicidade que Deus nos oferece: a sua graça, a sua misericórdia e o seu amor supremo.
Ressalta a importância do silêncio; como sendo o melhor meio para uma reflexão e que é no silêncio da alma que a sabedoria se faz presente. É saber esperar e confiar em Deus, esta é uma espera redentora.
No final, é visível a sua fé em Deus; é entrega total de uma plena confiança, de alguém que se sente totalmente seguro em Deus e em suas promessas.
Lindo! Só com essa visão é que alcançaremos e saborearemos a verdadeira felicidade.


HISTÓRIA DA VIDA DOS SANTOS

 

A SANTA IRMÃ MARIA FAUSTINA KOWALSKA
BIOGRAFIA (1905-1938)

Glogowiec, lugar de nascimento de irmã Faustina

Irmã Faustina com seus familiares (1935)

A Irmã Faustina Kowalska, apóstola da Misericórdia de Deus conhecida em todo o mundo,
é considerada pelos teólogos como uma pessoa que faz parte de um grupo de notáveis místicos da Igreja. Nasceu no dia 25 de agosto de 1905, como a terceira dos dez filhos numa pobre mas piedosa família de aldeões, em Glogowiec (Polônia). No batismo, que se realizou na igreja paroquial de Swinice Warskie, recebeu o nome de Helena. Desde a infância distinguiu-se pela piedade, pelo amor à oração, pela diligência e obediência, e ainda por uma grande sensibilidade à miséria humana. Apesar de ter frequentado a escola por menos de três anos, no ”Diário” por ela deixado, numa linguagem extremamente transparente, descreveu exatamente o que queria dizer, sem ambiguidades, com muita simplicidade e precisão.
Nesse ”Diário”, escreve ela a respeito das vivências da sua infância:

“... eu senti a graça à vida religiosa desde os sete anos. Aos sete anos de vida ouvi pela primeira vez a voz de Deus em minha alma, ou seja, o convite à vida religiosa, mas nem sempre fui obediente à voz da graça. Não me encontrei com ninguém que me pudesse esclarecer essas coisas”.
Aos dezesseis anos de idade, deixou a casa paterna para ir trabalhar como empregada doméstica em Aleksandrów, perto de Lodz, a fim de angariar meios para a subsistência própria e ajudar os pais. Nesse tempo o desejo de ingressar na vida religiosa aos poucos ia amadurecendo nela. Visto que seus pais não concordavam com tal decisão, Heleninha procurou sufocar em si o chamado divino.
Anos depois, escreveria em seu “Diário”:

“Numa ocasião, eu estava com uma de minhas irmãs num baile. Enquanto todos se divertiam a valer, a minha alma sentia tormentos interiores. No momento em que comecei a dançar, de repente vi Jesus a meu lado, Jesus sofredor, despojado de Suas vestes, todo coberto de chagas e que me disse estas palavras: “Até quando hei de ter paciência contigo e até quando tu me decepcionarás?” Nesse momento parou a música animada, não vi mais as pessoas que comigo estavam, somente Jesus e eu ali permanecíamos. Sentei-me ao lado de minha irmã, disfarçando com uma dor de cabeça o que se passava comigo. Em seguida, afastei-me discretamente dos que me acompanhavam e fui à catedral de S. Estanislau Kostka. Já começava a anoitecer e havia poucas pessoas na catedral. Sem prestar atenção a nada do que ocorria à minha volta, caí de bruços diante do Santíssimo Sacramento e pedi ao Senhor que me desse a conhecer o que devia fazer a seguir. Então, ouvi estas palavras: “Vai imediatamente a Varsóvia (Polônia) e lá entrarás no convento”. Terminada a oração, levantei-me, fui para casa e arrumei as coisas indispensáveis. Da maneira como pude, relatei a minha irmã o que havia acontecido na minha alma. Pedi que se despedisse por mim de meus pais e assim, só com a roupa do corpo, sem mais nada, vim para Varsóvia (Diário, 9).
Em Varsóvia (Polônia), procurou um lugar para si em diversas comunidades religiosas, mas em todas foi recusada. Foi somente no dia 1 de agosto de 1925 que se apresentou à Congregação das Irmãs da Divina Misericórdia, na Rua Zytnia, e ali foi aceita. Antes disso, para atender às condições, teve que trabalhar como empregada doméstica numa família numerosa na região de Varsóvia, para dessa forma conseguir o enxoval pessoal.
Ela descreveu em seu “Diário” os sentimentos que a acompanhavam após ter ingressado
na vida religiosa:

“Sentia-me imensamente feliz, parecia que havia entrado na vida do paraíso.
O meu coração só era capaz de uma contínua oração de ação de graças”
(Diário, 17).
Parque Veneza, em Lodz − o lugar do baile
Catedral de S. Estanislau Kostka em Lodz, Polônia


Interior da catedral. Neste lugar Jesus Cristo chamou irmã Faustina à vida religiosa

Casa geral da Congregação de Nossa Senhora Mãe da Misericórdia
em Varsóvia, Polônia, Rua Zytnia 3/9, na qual ingressou irmã Faustina.

Na congregação recebeu o nome de irmã Maria Faustina. Realizou o noviciado em Cracóvia
e foi ali que, na presença do bispo Estanislau Rospond, professou tanto os primeiros votos religiosos como, passados cinco anos, os votos perpétuos de castidade, pobreza e obediência. Trabalhou em diversas casas da Congregação, porém permaneceu mais tempo em Cracóvia (Polônia), Vilna (Lituânia) e Plock (Polônia), exercendo as funções de cozinheira, jardineira
e porteira. Exteriormente nada deixava transparecer a sua profunda vida mística. Ela cumpria assiduamente as suas funções, guardando com zelo a regra religiosa. Era recolhida e silenciosa, embora ao mesmo tempo fosse desembaraçada, serena, cheia de amor benevolente
e desinteressado para com o próximo. O severo estilo de vida e os extenuantes jejuns que ela se impunha antes ainda de ingressar na Congregação enfraqueceram tão severamente seu organismo que já no postulado teve de ser encaminhada para tratamento de saúde.
Após o primeiro ano do noviciado vieram as experiências místicas extremamente dolorosas – da chamada noite escura, e depois os sofrimentos espirituais e morais relacionados com o cumprimento da missão que havia recebido de Jesus Cristo. Irmã Faustina ofereceu a sua vida a Deus em sacrifício pelos pecadores, a fim de salvar as suas almas, e por essa razão foi submetida a numerosos sofrimentos.
Nos últimos anos de vida intensificaram-se as enfermidades do organismo: desenvolveu-se a tuberculose, que atacou os pulmões e o trato alimentar. Por essa razão, por duas vezes, durante alguns meses, permaneceu em tratamento no hospital.
Completamente esgotada fisicamente, mas em plena maturidade espiritual e misticamente
unida a Deus, faleceu no dia 5 de outubro de 1938 com fama de santidade, tendo apenas 33 anos de idade, dos quais 13 anos de vida religiosa. (Notas do “Diário” de santa irmã Faustina)

VATICANO, Praça de S. Pedro, 30 de abril de 2000. O Papa João Paulo II proclama a Irmã Faustina Kowalska santa.
REUTERS, Photographer VINCENZO PINTO

Casa da Congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia, Plock, Praça Stary Rynek 14/18,
na qual Jesus Cristo apareceu à irmã Faustina e lhe recomendou a pintura da imagem de Jesus Misericordioso
e expressou o desejo de que fosse instituída a Festa da Misericórdia.

Casa da Congregação de Nossa Senhora da Misericórdia, onde nos anos 1933-1936 residiu a irmã Faustina
e onde Jesus Cristo lhe ditou o terço da Divina Misericórdia. Vilna (Lituânia), Rua Grybo, 29

Convento da Congregação das Irmãs de Nossa Senhora Mãe da Misericórdia
em Cracóvia – Lagiewniki, Rua Irmã Faustina 3, na Polônia
– onde se encontra ao sarcófago com os restos mortais de irmã Faustina.
Aqui Nosso Senhor expressou o desejo de que fosse cultuada a hora da Sua morte − a Hora da Misericórdia.


Trecho do manuscrito do Diário de santa Irmã Faustina.

Em consequência de empenhos das autoridades locais, no dia 10 de dezembro de 2005, por um decreto da Santa Sé, a santa irmã Faustina foi proclamada padroeira da cidade de Lodz (Polônia).
Monumento à santa irmã Faustina na Praça da Independência, em Lodz.


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A história de São Brás

about
São Brás nasceu na Armênia, foi médico e depois bispo de Sebaste, onde sofreu o martírio por não sacrificar aos deuses pagãos. É invocado especialmente contra as doenças da garganta, porque certa vez salvou, conforme narram as Atas de sua vida, um menino que estava para morrer por ter engolido uma espinha de peixe. 
São Brás é venerado no Oriente e Ocidente com a mesma intensidade ao longo de séculos e, até hoje, mães aflitas recorrem à sua intercessão quando um filho se engasga ou apresenta problemas de garganta. A bênção de São Brás é procurada principalmente por quem tem problemas nesta parte do corpo, e é ministrada em muitas igrejas do mundo cristão. 
 É considerado protetor da garganta porque consta que uma mãe aflita jogou-se aos seus pés pedindo que socorresse o filho, que agonizava engasgado com uma espinha de peixe atravessada. O santo rezou, fez o sinal da cruz sobre o menino e este se levantou milagrosa e imediatamente como se nada lhe tivesse acontecido. 
Naqueles anos de grandes perseguições aos cristãos, muitos eram torturados e mortos na mão dos poderosos pagãos. Brás abandonou o bispado e se protegeu na caverna de uma montanha isolada e mesmo assim, depois de descoberto e capturado, morreu em testemunho de sua fé sob as ordens do imperador Licínio, em 316.  
Muitas tradições envolvem seus prodígios, graças e seu suplício. Segundo elas, a fama de sua santidade rodou o mundo ainda enquanto vivia e sua morte foi impressionante. O bispo Brás teria sido terrivelmente flagelado e torturado, sendo por fim pendurado em um andaime para morrer. Como isso não acontecia, primeiro lhe descarnaram os ossos com pentes de ferro. Depois tentaram afogá-lo duas vezes e, frustrados, o degolaram para ter certeza de sua morte. 
O corpo do santo mártir ficou guardado na sua catedral de Sebaste da Armênia, mas no ano 732 uma parte de suas relíquias foram embarcadas por alguns cristãos armênios que seguiam para Roma. 
Nessa ocasião uma repentina tempestade interrompe a viagem na altura da cidade de Maratea, em Potenza; e alí os fieis acolhem as relíquias do santo numa pequena igreja, que depois se tornaria sua atual basílica e a localidade receberia o nome de Monte São Brás. 
Em 1983, no local da igrejinha inicial foi erguida uma estátua de São Brás, com a altura de vinte e um metros.

São Sebastião, História, Vida e Milagres


Santo Sebastião
São SebastiãoSão Sebastião é um dos santos mais famosos entre o povo brasileiro. Por causa de sua poderosa intercessão e incontáveis milagres obtidos, ele se tornou padroeiro de muitas cidades e outras tantas cidades e bairros por todo o Brasil receberam o nome de São Sebastião.
A fortaleza para superar os diferentes tipos de dificuldades e situações foi um traço que marcou a vida de São Sebastião e ele anima a ter o mesmo espírito de confiança total em Deus e audácia cristã para fazer da vida uma caminhada segura rumo à felicidade.
História da vida de São Sebastião
São Sebastião (256-288) nasceu na França e logo foi com os pais para Milão, na Itália. Nas terrras italianas cresceu na fé cristã e ficou famoso como valente soldado e depois capitão da guarda do imperador Romano. Os cristãos eram perseguidos na época e muitos foram presos e martirizados, porém as pessoas não sabiam que São Sebastião era cristão e assim ele conseguiu ajudar muitas pessoas presas por seguirem o Cristianismo, diminuindo as penas, dando alimento e animando a perseverarem na fé em Cristo, mesmo que isso implicasse o martírio.
Outro feito que conseguiu foi a conversão de vários prisioneiros para o Cristianismo, junto com a realização de milagres, como a cura de uma mulher surda. Quando descobriram que Sebastião era cristão ele foi atado a uma árvore, recebeu flechadas e foi abandonado. Contudo, ele sobreviveu às flechas e Santa Irene cuidou dele até que ficasse curado.
Após recobrar a saúde, São Sebastião retornou as suas atividades apostólicas e foi preso novamente pregando o Cristianismo. Desta vez, o imperador ordenou o seu martírio definitivo e se assegurou que ele de fato havia morrido.
São Sebastião é um exemplo de coragem ante os obstáculos da vida e fidelidade mesmo diante das contrariedades e perseguições. É interessante notar o seu empenho em fazer o bem ocultamente, aproveitando todas as circunstâncias para semear alegria, consolo e ânimo para as pessoas próximas, mesmo sabendo que quando fosse descoberto poderia ter complicações. São Sebastião também pode ser reconhecido por sua prontidão em fazer a Vontade de Deus e enorme espírito de serviço, pois após recobrar a saúde ele se volta para os outros e quer continuar fazendo o bem, sem achar que já fez muito na vida e que agora precisa repousar.
São Sebastião vivencia as palavras da Bíblia: Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, avanço para as que estão diante de mim (Filipenses 3:13).
E por fim, pode se ver o otimismo de São Sebastião que concentra seu olhar na realidade, identifica as oportunidades de fazer o melhor e prossegue para fazer aquilo que outros achariam impossível.
Milagres de São Sebastião
Além de ser um fervoroso cristão e alguém que irradiava ânimo para viver e lutar, mesmo durante a vida São Sebastião realizou muitos milagres, principalmente entre os doentes, e depois quando foi para o Céu intercedeu por mais milagres ainda.
Milagres de São Sebastião: cura de doenças
Enquanto funcionário do exército romano, São Sebaistião curou pessoas cegas, surdas e com outras doenças.
Vários outros milagres foram realizados quando a peste atingiu cidades da Europa na Idade Média. Depois de ser invocada a intercessão do santo cidades inteiras foram curadas da peste que havia matado milhares de pessoas. Diversos locais e cidades ficaram protegidos contra a peste, mesmo estando próximo de cidades infectadas.
Milagres de São Sebastião e os soldados
Há também batalhas que foram vencidas por militares que recorreram a São Sebastião para alcançar a vitória contra os inimigos.
Além disso, muitos soldados que pediram com fé a graça da cura após ferimentos em combates  e guerras, alcançaram essas bençãos.
Milagres de São Sebastião e os atletas
São Sebastião também recebeu após alguns séculos o título de Campeão de Cristo (no latim Athleta Christi) e foi com frequência invocado pelos atletas para obterem graças especiais.
Em todo o mundo atletas e praticantes de esportes que recorreram e alcançaram curas de lesões e venceram competições com a ajuda do santo. Muitos esportistas brasileiros são devotos de São Sebastião e atribuem a ele os sucessos de sua vida.
Devoção a São Sebastião
devoção a São Sebastião é enorme por todo o mundo e tem um fervor especial no Brasil. A Festa de São Sebastião é comemorada dia 20 de Janeiro e dezenas de cidades brasileiras organizam eventos manifestando também a devoção ao santo que opera milagres de acordo com a Vontade de Deus para os devotos que pedem com confiança.
Pela história de vida corajosa e perseverante, juntamente com os inúmeros milagres alcançados por pessoas que rogaram ao santo é natural entender porque milhares de pessoas rezam continuamente a São Sebastião e procuram de alguma forma manifestar sua união a tão poderoso mediador de graças.


 
São Domingos de Gusmão

08 de agosto

O 1º Apóstolo do Rosário da Virgem Maria


“...antes que no seio fosses formado, eu já te conheci; antes de teu nascimento eu já te havia consagrado, e te havia designado Profeta das Nações (Jer. 1, 5)”.

Sua vida!


Na noite de 24 de junho do ano de 1170, na pequena cidade de Caleruega, em Castela, Província de Burgos na Espanha, nascia Domingos, o filho caçula do Conde, Dom Félix de Gusmão e Dona Joana D’Aza. Antes de nascer, sua mãe, profundamente religiosa, teve um sonho misterioso: viu um cão que trazia na boca uma tocha acesa que irradiava uma grande luz sobre o mundo (assim como o cão é fiel ao dono, São Domingos seria fiel a Deus, e com a tocha acesa, incendiou o mundo no amor de Deus).
Na Pia Batismal recebe o nome de Domingos, em homenagem ao Santo Abade Domingos de Silos. Ainda pequeno, porém, já em idade escolar, foi confiado aos cuidados de um tio padre que lhe ensinou as matérias elementares, além das funções litúrgicas e pastorais.
Quando completa 15 anos, aluga um quarto de pensão na cidade de Valência, e lá, dedica-se integralmente aos estudos na célebre Universidade de Valência. Destaca-se nas ciências liberais, cujo programa era a gramática, dialética, lógica, retórica, aritmética, música, geometria e astronomia. Cursou também filosofia, teologia e assim, obedecendo às aspirações de seu coração e ao chamado de Deus, tornou-se sacerdote.
Como sacerdote acompanhou o Bispo de Osma e, na viagem, pôde sentir de perto o problema religioso do sul da França e de outras regiões européias, infestadas por grupos religiosos, fanáticos e subversivos. Domingos decidiu permanecer no sul da França, dedicando-se junto com alguns sacerdotes, na simplicidade e na pobreza, ao ensinamento da Doutrina Cristã.
Deste grupo de pregadores surgiu a Ordem dos Pregadores ou Dominicanos, cujas características fundamentais eram: a espiritualidade sacerdotal com profunda formação teológica; o devotamento a Igreja, as almas, ao culto da verdade; a vida comunitária como meio ascético de santificação para maior desempenho da vida e ação sacerdotal; a espiritualidade apostólica, sobretudo na pregação.
Domingos era apaixonado pela música, e disto fez uso muitas vezes durante sua vida. No entanto, a grande alegria do jovem Pe. Domingos era caminhar por estradas, bosques e montes, cantando a “Salva Rainha”, meio pelo qual não cessava de louvar e enaltecer a Mãe do Filho de Deus, cantando-lhe as maravilhas dentro de uma poesia rica de lirismo e sentimento, muito próprio de sua época.
Nosso Santo reconhecia o valor dos que se enclausuravam, mas sabia que era também preciso agir, falar, fazer algo para que o Evangelho fosse anunciado. Assim, ele compreendeu a contemplação como meio principal pelo qual se formaria o missionário, o apóstolo, através da oração, do estudo e da reflexão. É como se o dominicano fosse um vasilhame que colheu água da fonte para que os outros pudessem depois bebê-la. Por isso é que a Ordem tem por lema: “Dar aos outros o fruto da nossa contemplação”.
São Domingos e o Santo Rosário

Domingos de Gusmão, por meio de suas ardorosas pregações, tentou durante longos anos trazer de volta a Igreja todos aqueles que tinham se desviado da verdade do Evangelho. Porém, os eloqüentes sermões de São Domingos não conseguiam penetrar naqueles corações endurecidos e entregues a muitos vícios.
Domingos intensificou suas orações, aumentou suas penitências, porém pouco ou nada adiantaram seus esforços. As conversões eram raras e de efêmera duração. Vários, por pressão do ambiente, voltavam às práticas de seus erros.
Certo dia, São Domingos saiu de seu convento em Toulouse, no sul da França, decidido a obter de Deus as respostas para tantos fracassos. Entrou na floresta e entregou-se a oração e a penitência, disposto a não sair dali sem as devidas respostas.
Era ele muito devoto de Maria Santíssima e suas preces subiram até o trono do Altíssimo pelas mãos virginais da Mãe de Deus. Após três dias e três noites de incessante oração, quando as forças físicas já quase o abandonavam, apareceu-lhe a Virgem Maria, manifestando seu afeto maternal e sua grande predileção.
- Meu querido Domingos – disse-lhe Nossa Senhora com inefável suavidade – sabes de que meio se serviu a Santíssima Trindade para transformar o mundo?
- Senhora – respondeu São Domingos – vós sabeis melhor do que eu, porque depois de Vosso Filho Jesus Cristo, fostes vós o principal instrumento de nossa salvação.
- Eu te digo, então – continuou Maria Santíssima – que o instrumento mais importante foi à saudação angélica, ou a Ave Maria, que é o fundamento do Novo Testamento e portanto, se queres ganhar para Deus esses corações endurecidos, reza e propaga o meu Saltério (Minha Coroa de Rosas) .

São Domingos saiu dali com novo ânimo e imediatamente se dirigiu a Catedral de Toulouse para fazer uma pregação. Assim que Domingos começou a falar, nuvens espessas cobriram o céu e uma terrível tempestade abateu-se sobre a cidade.
São Domingos implorou a misericórdia de Deus e a proteção de Maria Santíssima, e por fim a tempestade acalmou, permitindo-lhe que falasse com toda a alma e todo o coração sobre as maravilhas do Rosário.
Os habitantes de Toulouse arrependeram-se de seus pecados, abandonaram seus erros e começaram a rezar o Rosário. Grande foi a mudança dos costumes na cidade.
Domingos tornou-se o Grande Apóstolo do rosário, e por meio do Rosário, Maria foi a verdadeira vencedora, pois ela reconduziu à fé católica todo aquele povo, salvando a França.
Foi São Domingos que compôs o cordão com as continhas, nas quais se rezavam Pai-Nossos e Ave-Marias, que são as orações evangélicas.
Encontrou-se com Francisco de Assis em Roma, quando ambos foram ao Papa pedir aprovação de suas ordens recém fundadas.
Domingos caminhou incansavelmente por toda a Europa, a pé, pregando a Evangelho, anunciando o Reino e propagando o Rosário.
São Domingos entregou sua Santa Vida ao Senhor no dia 06 de agosto de 1221, com a idade de 51 anos. No ano de 1234 foi canonizado pelo Papa Gregório IX.

Oremos

Ó São Domingos, zeloso pregador do Evangelho, que sempre foste sensível diante das misérias alheias, estende até nós as promessas que fizeste aos que choravam a tua derradeira partida, de ajudar-nos lá dos céus com tuas preces.
Ó Deus, que fizestes resplandecer a Vossa Igreja com a obra da pregação de vosso servo São Domingos, concedeis a todos os homens os bens necessários para viveram dignamente, mas sobretudo, abundância de bens espirituais.
Fonte: Comunidade Canção Nova



sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

EVANGELHO DO DIA ( MÊS DE DEZEMBRO )

06-12-2013 (Bíblia Ave Maria)


"Partindo Jesus dali, dois cegos o seguiram, gritando: "Filho de Davi tem piedade de nós!" Jesus entrou numa casa e os cegos aproximaram-se dele. Disse-lhes: "Credes que eu posso fazer isso?" - "Sim, Senhor", responderam eles. Então ele tocou-lhes nos olhos, dizendo: "Seja-vos feito segundo vossa fé." (Palavra da Salvação; Glória a vós Senhor!)


O que vemos no Evangelho de hoje é a eficácia da fé. A partir dela, percebemos que os dois homens ao avistarem Jesus sentiram-se como que atraídos pela Sua presença e insistiram naquilo que eles mais queriam; a cura da visão! Porém, antes, Jesus pergunta-lhes se eles creem que Ele pode fazer tamanho acontecimento e a resposta deles veio rápida, segura e firme: "Sim,Senhor". Só depois dessa resposta, foi que Jesus tocou-lhes nos seus olhos, dizendo: "Seja-vos feito segundo vossa fé". É o encontro da LUZ, do PODER e da MISERICÓRDIA do Senhor, com a daqueles dois homens, para o milagre de fato se realizar. O toque das mãos de Jesus os sarou. Peçamos ao Senhor a graça do dom da fé, para que as nossas misérias humanas sejam lavadas, saradas e curadas das sujeiras que contaminam nossas almas, impedindo-nos de enxergar as maravilhas que o Senhor em nós pode realizar através da confiança em seu amor por nós. "SENHOR EU CREIO, MAS AUMENTAI A MINHA FÉ"

sábado, 9 de novembro de 2013

EVANGELHO DO DIA ( MÊS DE NOVEMBRO )

10-11-2013


Evangelho (Lc 20,27-38): Aproximaram-se de Jesus alguns saduceus, os quais negam a ressurreição, e lhe perguntaram: «Mestre, Moisés deixou-nos escrito: ‘Se alguém tiver um irmão casado e este morrer sem filhos, deve casar-se com a mulher para dar descendência ao irmão’. Ora, havia sete irmãos. O primeiro casou e morreu, sem deixar filhos. Também o segundo e o terceiro se casaram com a mulher. E assim os sete: todos morreram sem deixar filhos. Por fim, morreu também a mulher». Na ressurreição, ela será esposa de qual deles? Pois os sete a tiveram por esposa».
Jesus respondeu-lhes: «Neste mundo, homens e mulheres casam-se, mas os que forem julgados dignos de participar do mundo futuro e da ressurreição dos mortos não se casam; e já não poderão morrer, pois serão iguais aos anjos; serão filhos de Deus, porque ressuscitaram. Que os mortos ressuscitam, também foi mostrado por Moisés, na passagem da sarça ardente, quando chama o Senhor de ‘Deus de Abraão, Deus de Isaac e Deus de Jacó’. Ele é Deus não de mortos, mas de vivos, pois todos vivem para ele».


Comentário: Mn. Ramon SÀRRIAS i Ribalta (Andorra la Vella, Andorra)
Ele é Deus não de mortos, mas de vivos, pois todos vivem para ele
Hoje, Jesus faz uma clara afirmação da ressurreição e da vida eterna. Os saduceus duvidavam, ou pior ainda, ridicularizavam a crença da vida eterna depois da morte, que —pelo contrário— era defendida pelos fariseus e também por nós.

A pergunta que fazem os fariseus a Jesus «Na ressurreição, ela será esposa de qual deles? Pois os sete a tiveram por esposa» (Lc 20,33) deixa entrever uma mentalidade jurídica de possessão, uma reivindicação do direito de propriedade sobre uma pessoa. Além disso, tenta enganar a Jesus, isso mostra um equívoco que existe ainda hoje; imaginar a vida eterna como uma prolongação, depois da morte, da existência terrena. O céu consistiria numa transposição das coisas bonitas das quais gozamos.

Uma coisa é crer na vida eterna e outra imaginar-se como será. O mistério que não está rodeado de respeito e discrição, periga ser banalizado pela curiosidade e, finalmente, ridicularizado.

A resposta de Jesus tem duas partes. Na primeira tenta que possam compreender que a instituição do matrimônio não tem ração de ser na outra vida «Os que forem julgados dignos de participar do mundo futuro e da ressurreição dos mortos não se casam» (Lc 20,35). O que si perdura e alcança a sua máxima plenitude é tudo o que tenhamos semeado de amor autêntico, de amizade, de fraternidade, de justiça e verdade...

O segundo momento da resposta deixa-nos duas certezas: «Ele é Deus não de mortos, mas de vivos» (Lc 20,38). Confiar neste Deus quer dizer, dar-nos conta que estamos feitos para a vida. E a vida consiste em estar com Ele constantemente, sempre. Além disso, «Todos vivem para Ele» (Lc 20,38): Deus é a fonte da vida. O crente, imerso em Deus pelo batismo, foi arrancado para sempre do domínio da morte.

«O amor se transforma em uma realidade cumprida se é incluído em um amor que proporcione realmente eternidade». (Bento XVI)



09-11-2013 (Bíblia Ave Maria)


"Estava próxima a Páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. Encontrou no templo os negociantes de bois, ovelhas e pombas, e mesas dos trocadores de moedas. Fez ele um chicote de cordas, expulsou todos do templo, como também as ovelhas e os bois, espalhou pelo chão o dinheiro dos trocadores e derrubou as mesas. Disse aos que vendiam as pombas: "Tirai isto daqui e não façais da casa do meu Pai uma casa de negociantes." Lembraram-se então os seus discípulos do que está escrito: "O zelo da tua casa me consome (Sal.68,10).
Perguntaram-lhe os judeus: "Que sinal nos apresenta tu, para proceder deste modo?" Respondeu-lhes Jesus: "Destruí vós este templo, e eu o reerguerei em três dias." Os judeus replicaram: "Em quarenta e seis anos foi edificado este templo e tu hás de levantá-lo em três dias?!" Mas Ele falava do templo do seu corpo. Depois que ressurgiu dos mortos, os seus discípulos lembraram-se destas palavras e creram na Escritura e na palavra de Jesus." Jo.2,13-22 ( Palavra da Salvação; Glória a vós Senhor! )


Hoje, celebramos a dedicação à Basílica de São João de Latrão. Em Roma existem quatro basílicas papais; a mais conhecida é a de São Pedro, mas temos a Basílica de Santa Maria, a maior; a Basílica de São Paulo fora dos muros e aquela que foi a primeira igreja construída em Roma, onde era a sede da Igreja. Esta, tida como a Catedral de Roma, é chamada de São João de Latrão, dedicada à glória de Deus, ao culto d’Ele; ao mesmo tempo, representa o governo da Igreja, sua sede edificada sobre Pedro.
Meus irmãos, celebrar um culto à Igreja é, antes de tudo, reconhecer o templo, o local da celebração como lugar da presença de Deus. Uma vez que nós celebramos a igreja mãe, que está em Roma, celebramos as igrejas que estão no mundo inteiro. Quando celebramos a Catedral de Roma, estamos celebrando aquela que é a mãe de todas as igrejas.
Nós podemos fazer a seguinte pergunta: para que serve um templo, uma basílica, uma catedral, uma igreja? Para o culto a Deus, para que neste lugar o nome d’Ele seja exaltado, louvado, glorificado, adorado acima de qualquer outra coisa. 
Nós nos enganamos quando vamos à igreja simplesmente para pedir favores a Deus ou para nos encontrarmos com as pessoas. A igreja é lugar do nosso encontro com o Senhor, onde Ele se faz presente de forma mais excelente e eficaz. A igreja é o lugar da morada do Senhor. Que respeito, que zelo devemos ter para com a casa do Pai! 
Infelizmente, meus irmãos, aquilo que os mercadores fizeram com o templo nós também fazemos com a casa de Deus. Sim, dentro de um templo há muita conversa, muita bagunça. Às vezes, não conseguimos sequer rezar, porque é conversa para lá e para cá, é um festival de vaidades, roupas, cabelos… Fazem da casa do Senhor uma passarela.
Quando celebramos a Igreja, que é a mãe de todas as igrejas, nós queremos assumir aquilo que Jesus fez, ou seja, expulsar da casa de Deus aquilo que não é d’Ele e assumir todo zelo pela casa do Senhor. Assumir que vamos à igreja para nos encontrarmos com o Pai. E o encontro com Ele deve ser a coisa mais importante quando nos dirigimos a casa do Senhor.
Deus abençoe você! HOMILIA DO PADRE ROGER ARAÚJO; SACERDOTE DA COMUNIDADE CANÇÃO NOVA.

sábado, 2 de novembro de 2013

"CARÊNCIA" ( PALAVRA CHAVE NO MOMENTO DE ORAÇÃO QUE FOI REVELADA PELA LUZ DA INSPIRAÇÃO.)


    CARÊNCIA; VAZIO EXISTENTE NO INTERIOR DA GENTE, UMA ETERNA BUSCA PELO O QUE NÃO SE VÊ MAS SE SENTE. TODO SER HUMANO É CARENTE, ENQUANTO ELE INSISTE NUMA BUSCA QUE NÃO PREENCHE. 
       BUSCA O QUE TE COMPLETA, BUSCA O QUE TUA ALMA ALEGRA, AÍ SENTIRÁS QUE COMPLETO ESTÁS E DESSA BUSCA INCOERENTE NÃO MAIS PRECISARÁS.